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Governo de MS reforça medidas de controle de gastos para preservar equilíbrio fiscal e assegurar investimentos.
- Silvana Nadir Garcia Machado MTE - 103/MS
- 18/02/2026
Por: Governo MS
O Governo
do Estado publicou o Decreto nº 16.736, de 13 de fevereiro de 2026, que
estabelece medidas administrativas de racionalização, reprogramação e controle
de gastos no âmbito da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Poder
Executivo Estadual, incluindo as despesas dos fundos especiais, com validade
até 31 de dezembro de 2026.
A iniciativa reafirma a postura
preventiva e responsável adotada pelo Estado na condução das finanças públicas.
O objetivo central é assegurar o equilíbrio entre receitas e despesas, o
cumprimento das metas fiscais e a sustentabilidade das contas públicas,
preservando investimentos e a continuidade dos serviços públicos essenciais.
O decreto determina que o total
de empenhos das despesas fique limitado ao patamar executado no exercício
anterior, ressalvadas as despesas com pessoal, que permanecem sujeitas às
disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Também mantém a redução de
25% nos contratos de custeio, orienta a evitar a aquisição de novos bens
permanentes, como veículos, mobiliário e equipamentos e recomenda a redução de
despesas como diárias, passagens, participação em eventos e horas extras.
As diretrizes priorizam gastos
com investimentos e a manutenção dos serviços essenciais, deixando claro que o
ajuste não compromete áreas sensíveis à população. A adoção das medidas está
fundamentada em critérios técnicos, como a análise da evolução das despesas nos
últimos exercícios, o acompanhamento dos indicadores fiscais e a preservação da
capacidade de pagamento do Estado, com meta de manutenção de classificação
mínima nota B na metodologia da Capacidade de Pagamento (CAPAG).
O decreto também prevê revisões
periódicas da programação orçamentária ao longo de 2026 e, caso necessário, a
adoção de medidas adicionais de controle e eventual contingenciamento, sempre
com foco na responsabilidade fiscal. Os titulares dos órgãos e entidades passam
a responder diretamente pela adequação das despesas sob sua gestão, reforçando
a governança e o compromisso com a eficiência administrativa.
A decisão ocorre em um contexto
específico da economia estadual. Mato Grosso do Sul vem registrando retração na
arrecadação do ICMS em determinados segmentos, especialmente em razão da
redução das receitas provenientes do gás natural importado da Bolívia, fator
que impacta diretamente o setor energético. Diante desse cenário, o Estado opta
por ajustar internamente sua estrutura de gastos, sem transferir o ônus ao
contribuinte.
Mesmo com o desafio fiscal, o
governo mantém a alíquota modal do ICMS em 17%, a menor do país, reafirmando o
compromisso com a competitividade econômica, o estímulo à atividade produtiva e
a proteção do consumidor. A estratégia demonstra que o equilíbrio das contas
públicas está sendo buscado por meio da racionalização da máquina
administrativa e da eficiência do gasto, e não pelo aumento de impostos.
Com planejamento, disciplina e
previsibilidade, o Governo de Mato Grosso do Sul consolida uma trajetória de
responsabilidade fiscal reconhecida nacionalmente. O decreto não representa
retração, mas sim um instrumento de governança que assegura a continuidade dos
investimentos estratégicos, sustenta a credibilidade institucional e garante
que o Estado siga crescendo de forma equilibrada, mesmo diante de oscilações no
cenário econômico.
A expectativa é manter, em 2026,
um elevado patamar de investimentos públicos, especialmente em infraestrutura,
desenvolvimento econômico e áreas sociais, demonstrando que responsabilidade
fiscal e desenvolvimento caminham juntos quando há gestão técnica e compromisso
com o futuro.
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